Por muitos e muitos anos os surdos foram atendidos em sua escolarização
em instituições filantrópicas, institutos e associações.
Até a
década de 60, a maioria das crianças surdas eram escolarizadas como na maioria dos países, o
Brasil seguia a orientação dominante, considerando como melhor alternativa para
o ensino de crianças surdas o atendimento em separado, já que seus problemas
linguísticos as diferenciavam das crianças ouvintes. Assim, apareceram muitas
escolas especiais para surdos, onde os portadores de deficiência auditiva eram
educados, predominantemente, sob o aspecto da reabilitação oral.
Nos anos 80 e 90 teve início um movimento reivindicatório dentro da
comunidade surda, onde começou a introduzir a língua de sinais na educação dos
surdos, concomitante com o aprendizado da linguagem oral o que na minha opinião foi e está sendo de estrema
importância para escolarização dos surdos.
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